Browsing Category

Política e Sociedade

_MG_0225
Política e Sociedade,

CARTA AOS POTIGUARES

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Eclesiastes 3:1)

Escrevo esta carta com a Bíblia aberta. Não há como não lembrar do Eclesiastes antes de tomar essa decisão.

No dia 17 de março de 2018, após todo o trabalho que realizamos ao longo dos anos e correspondendo a expectativa da sociedade potiguar, em especial a militância conservadora, anunciei minha pré-candidatura a deputado estadual pelo partido do Jair Bolsonaro, o PSL 17. Na ocasião, anunciei também meu afastamento da executiva do partido.

Hoje, 17 de julho de 2018, anuncio que estou adiando minha candidatura a deputado estadual, pois compreendi bem o que afirma o Eclesiastes: “Um sozinho será derrotado, dois juntos resistirão: a corda tripla não arrebenta facilmente” (Eclesiastes 4:12).

Nossa principal missão, enquanto diretório partidário, é eleger um deputado federal, pois será ele que dará governabilidade ao Jair Bolsonaro quando for Presidente do Brasil. Mesmo que eu fosse eleito deputado estadual, mas se não tiver eleito o General Girão deputado federal, então terei falhado na minha missão. E eu não assumo uma missão para falhar.

Não estou desistindo. Nunca houve “meu projeto”, mas, sim, “nosso projeto”. Um projeto chamado Brasil. E hoje esse projeto precisa mais do “profissional Jaufran” do que do “candidato Jaufran”.

Aos (as) amigos (as) e apoiadores (as), não se preocupem. Lembrem que há tempo para todo o propósito debaixo do céu. O tempo que vivemos agora exige essa decisão, que não foi a mais difícil da minha curta juventude, mas a mais a importante. Haverão outros tempos e, se Deus assim o quiser, iremos mais uma vez para a batalha das urnas.

Meu Federal é o General!

Deus abençoe o Brasil!

Jaufran R. Siqueira Junior
Natal, 17 de julho de 2018

10407805_946262965418874_4933795962773224516_n
Política e Sociedade,

Contra a privatização?

Infelizmente poucas serão as pessoas que irão até fim deste artigo, por isso devo introduzir que não sou contra a privatização, mas, infelizmente, faço parte do pequeno grupo de pessoas que compreende que privatizar é mais uma necessidade cultural e social do que econômica. E neste artigo explico isso

É preciso parar de olhar o liberalismo econômico como se fosse uma religião. Algo que tudo vale para sua implantação independente das consequências. É preciso compreender que uma economia livre é o meio, e não o fim da uma sociedade.

A função do líder de uma nação é, antes de tudo, garantir a soberania da nação que ele lidera. Entre outras coisas isso significa garantir que os direitos e liberdades individuais de cada um serão respeitados pelo agentes internos e externos.

Contra os políticos internos

Nesse sentido, de garantir os direitos e liberdades contra os agentes internos, a privatização é um meio pelo qual o líder do país – ou de uma unidade federativa, pode garantir que nenhum agente público interfira na vida cotidiana da sociedade.

Explico: segundo meu amigo Wagner Soto – que foi parafraseado pelo Flávio Morgestein em seu podcast, a esquerda fala em controle e a direita em autoridade. Ou seja, a esquerda se utilizará dos meios necessários para obter o seu fim, que é controle social. A direita utilizará dos meios necessários para que a autonomia do indivíduo – ou das famílias, seja preservada.

A estatização da economia possibilita que os agentes públicos tenham acesso aos recursos financeiros e políticos (desvio de recursos em licitação, recebimento de proprina para facilitação de licitação, loteamento dos cargos das estatais para compra de apoio no Congresso Nacional etc) necessários para poder obter o controle sobre a sociedade.

A privatização possibilita que os políticos percam as fontes dos seus recursos, financeiros e políticos, e assim impossibilitando que os partidos controlem a sociedade, pois o poder sairá das mãos daqueles e irão para a livre iniciativa, cuja finalidade é a busca das melhorias sociais em troca de lucro.

Contra os políticos externos

Contudo, privatizar, como falei, não é o fim, mas o meio para se obter as liberdades individuais. Assim, por exemplo, vender as ações da Petrobras que estão em posse do Governo do Brasil – “desestatizar”, para o Governo da China não é livre comércio, mas fazer com que a petrolífera continue estatal. Apenas mudou a residência do novo dono: antes era nacional, depois, global.

Todo investimento de um país é político. Com a China não é diferente: o país asiático é dono da maioria dos portos gregos, com isso a Grécia vota na União Europeia de acordo com os interesses chineses. Na última eleição australiana, 80% das doações para os candidatos saíram dos cofres chineses. E nós sabemos o que acontece quando uma empresa ou organização financia demais um partido.

Brasil acima de tudo

A restrição de investimento da China no Brasil não é um pecado e sustentá-la não é uma heresia por mais que afronte os “arautos da liberdade”, mas, sim, uma questão de garantir que os direitos e as liberdades individuais dos brasileiros e as decisões dos nossos congressistas não sejam subjugadas por interesses estrangeiros.

Isso não é protecionismo. Isso é racionalismo e bom senso. Privatização é para impedir que o governo, brasileiro ou estrangeiro, tenha poder para interferir na nossa vida. Fazer o inverso é fomentar o desenvolvimento de uma nova União Soviética que usa a economia, e não as armas, para expandir o seu império extra-mar.

Bolsonaro estava certo sobra a China
Política e Sociedade,

Bolsonaro estava certo sobra a China

Jair Bolsonaro ao falar que irá privatizar diversos setores da economia de forma gradual e equilibrada, faz uma ressalva: os setores estratégicos do país não podem ser entregues nas mãos de qualquer indivíduo, muito menos os chineses.

Seu receio é de que a China, através do seu poder econômico, influencie a política no Brasil a favor dos seus próprios interesses. Contudo ao defender uma restrição na abertura econômica do Brasil, no caso, os chineses, diversos setores, liberais e empresários, criticaram o deputado carioca afirmando que ele não era “privatizador” o suficiente ou que essa restrição de negócios com a China não passava de uma “teoria da conspiração”.

Essa mesma ressalva – de fazer negócios com a China, é feita pelo o presidente dos EUA, Donald Trump, pois sabe do tamanho do poder e a ameaça à liberdades e a democracia que significa a influência chinesa na soberania nacional. Tanto é a preocupação do presidente americano que tem empreendido constantes esforço na busca da “repatriação” dos investimentos das empresas americanas em solo americano. Não é apenas para fazer com que a economia americana cresça, gere emprego, renda e arrecadação de impostos, mas, sobretudo, para reduzir o poder econômico da China e, consequentemente, a influência política o Partido Comunista Chinês.

Contudo a Folha de São Paulo entrevistou um pesquisador europeu, Bener, que alertou para o risco latenta da influência de país autoritários como a China e a Rússia nos países de economia liberal como EUA e Brasil. Nessa entrevista ele deixou claro que se o Brasil tiver um candidato que possa vencer as eleições que esteja comprometido com uma agenda liberal e democrática a China iria influenciar de um modo ou de outro nas eleições.

Bener cita o exemplo da Austrália que depende muito da China na comercialização da matéria-prima. Nas últimas eleições os chineses foram responsáveis por 80% das doações para os candidatos australianos. A Grécia, onde a China comprou a maioria dos portos, tem se posicionado a favor da China nas plenárias do Parlamento Europeu, votando resoluções contra os Direitos Humanos que atingem o método de produção chinês.

Com essa entrevista a Folha de São Paulo corrobora a preocupação mais do que legítima de Jair Bolsonaro em não fazer negócios com a China de nenhuma espécie, pois sabe do pesadelo que poderá enfrentar caso o país asiático venha a aumentar sua influência econômica no Brasil

http://expressonacional.com/bolsonaro-estava-certo-sobre-o-perigo-de-se-fazer-negocios-com-a-china/

 

Segurança-Pública-e-Cidadania-Fatima-Bezerra-45
Política e Sociedade,

Um furacão chamado Fátima Bezerra

A senadora Fátima Bezerra (PT-RN), desde que eleita em 2003 para o Congresso Nacional, vem demonstrando ser um verdadeiro furacão, causando mais danos a sociedade brasileira do que todas as catástrofes naturais no mesmo período.

Foi sustentação do governo mais corrupto da história mundial, atuou e atua para que o aparelhamento da máquina estatal seja total afim de que tenha o total poder sobre as instituições e, consequentemente, perpetuar o seu partido no poder.

Durante a década de 90, assim como todo o Partido do Trabalhadores, levantou a bandeira da ética e do combate ao mau uso da máquina pública, contudo, como haviam alertado o General Figueiredo e o Ronaldo Caiado na década de 80, assim que esse partido [PT] chegasse no poder teríamos o total desastre da nação brasileira, e que o discurso da ética ficaria claro que nada mais era do que uma mera bandeira aparente.

Contudo o que me deixa preocupado é uma certa omissão da imprensa, principalmente do estado pela qual Fátima Bezerra é senadora, em eximi-se de relatar a verdadeira faceta da parlamentar petista.

Em 2008 recebeu, através do PMDB do RN, a quantia de R$ 125 mil, declarados, mas ilícitos para financiar sua mais amarga derrota eleitoral quando tentou, pela última vez, ser prefeita de Natal, mas perdeu no primeiro turno.

Em 2015 foi noticiado que a Andrade Gutierrez e Engevix Engenharia, empreiteiras envolvidas até o pescoço em pagamento de propinas para políticos,  repassaram R$ 475 mil e R$ 50 mil a campanha de Fátima Bezerra ao senado em 2014, respectivamente.

Neste ano, novamente Fátima Bezerra vira notícia no cenário nacional quando é citada como a maior beneficiadora dos pagamentos da JBS, aquela dos irmãos Batista, no Rio Grande do Norte com mais de R$ 1 milhão recebidos para financiar sua campanha em 2014.

Como se ainda fosse pouco, em uma atitude totalmente antidemocrática e tenebrosa, a senadora Fátima Bezerra ocupa a mesa do plenário do Senado Federal impedindo, em vão, que a Reforma Trabalhista fosse votada. Não adiantou muito. A única coisa que sobrou dela foi o registro tenebroso do seu gesto selvagem e animalesco de se alimentar.

Essas denúncias e suspeitas merecem a devida cobertura de qualquer órgão da imprensa.

Antes fosse somente isso: a senadora votou contra a PEC 55/2016 que estabelecia um regime de Responsabilidade Fiscal mais austero afim de evitar os crimes que a ex-presidente Dilma Rousseff havia cometido no decorrer do seu mandato.

Votou contra a Reforma Trabalhista que estabelecia liberdade para o empregado e geração dos empregos que foram destruídos pelo PT.

Votou contra a PLS 131/2015 que desobriga a Petrobras a ter que participar em, no mínimo, 30% da exploração e produção em todos os poços de pre-sal, ou seja, para Fátima a Petrobras tem, mesmo que sem condições financeiras para isso, ter que participar de um negócio de caráter duvidoso. Novamente contra a responsabilidade fiscal com o dinheiro do contribuinte.

Votou a favor da PLS 555/2015 que facilitava a indicação de políticos e sindicalistas para cargos de diretoria nas estatais do Brasil.

Votou contra a urgência do projeto de lei que acaba com o sigilo bancário das operações de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ou seja, ela votou para adiar a abertura da caixa preta do BNDES e assim todo o Brasil descobrir para onde tem sido enviado o suado dinheiro dos contribuintes.

Como se tudo isso ainda fosse pouco, Fátima Bezerra figura entre AS PIORES senadoras do Congresso, segundo o Ranking dos Políticos (www.politicos.org.br)

_98669936_24998818073_a4ce72f9f0_o
Política e Sociedade,

As ideias de Bolsonaro para a economia

O deputado Jair Bolsonaro, favorito para vencer as eleições presidenciais de 2018 em virtude de sua atividade parlamentar estar em acordo com o que é prioritário para a população e não ter histórico de corrupção, é francamente atacado em virtude da sua sinceridade de não dominar ou não ter um plano de salvação para a economia nacional.

Seus críticos, tentando associar uma catástrofe econômica caso seja eleito, chegam a dizer queBolsonaro é economicamente idêntico ao PT. Contudo desconsideram o que realmente pensa e diz o deputado carioca a respeito do que faria no campo econômico caso fosse eleito presidente do Brasil.

Primeiramente, o deputado se autodeclara como um liberal, mas não no campo social, mas, sim, econômico. Ou seja, ele defende que o desenvolvimento econômico de um país deve ficar a cargo da livre iniciativa, que quanto menos o Estado intervir nas decisões dos indivíduos, mais próspero será a nação. Para Bolsonaro, quem tem que gerar emprego é o empresário, e não o político.

O deputado é a favor de independência do Banco Central, é favor da privatização e até extinção de certas estatais, pois reconhece que elas são meios de corrupção, servindo apenas de cabide de empregos para os aliados políticos do mandatário vigente.

Reconhece que obras infraestruturais, inclusive no setor energético, se possível, devem ser feitas pela iniciativa privada. É contra os subsídios públicos às grandes corporações — um dos meios de corrupção investigados pela Lava Jato.

Defende um ponto final nas relações promíscuas de trabalho, redução de impostos, burocracias, parcerias público-privadas, abertura para investimentos e diálogos com EUA, Japão e Coreia do Sul, defendeu o fim da Lei Rouanet.

Defende uma solução para questão indígina sem que prejudique o agronegócio e lei antiterrorismo que atinja o MST.

Sem contar, claro, que os forças policiais estejam mais bem equipadas para enfrentar o crime e que um cidadão bem possa se armar para defender seu patrimônio, afinal de contas, se temos que fechar nosso comércio às 17h por medo de assaltos noturos, perdemos cerca de 4h de faturamento, no mínimo.

Talvez Bolsonaro não entenda de economia, mas ao menos ele entende de uma coisa: sabe que precisa aprender mais e tem se cercado de conselheiros, de pessoas que são mais competentes do que ele no campo econômico para orientá-lo quanto ao que deve ser feito nessas áreas.

Pode esperar mais, pois esse é apenas o deputado Bolsonaro falando. Quando o candidato à Presidência da República apresentar seu Plano de Governo, então veremos um verdadeiro estadista, alguém que preza pela dignidade do povo brasileiro disposto a tirar nosso país da fossa que o PT, PSDB e PMDB colocaram.

_MG_0364
Política e Sociedade,

Assassinato de LGBT no Brasil

O relatório sobre Assassinato de LGBT no Brasil do Grupo Gay da Bahia, GGB, foi publicado e logo toda a imprensa brasileira passou a noticiar que o Brasil é o país que mais se mata homossexuais no mundo. Contudo, além do documento ser pouco confiável, pois se baseia em notícias da imprensa – que habitualmente publica os “fatos” da forma que gerar mais audiência, há uma série de informações que não estão bem esclarecidas ou estão tentando forçar a barra para sustentar suas ideias.

Vamos ao relatório:

O que chama mais atenção é que o número de assassinatos de LGBT no Brasil teve um drástico aumento durante os governos petistas, ou seja, durante o governo Lula e Dilma nunca se matou tanto homossexual na história do Brasil.

Mais de 80% dos autores dos assassinatos de LGBT no Brasil eram namorados ou amantes das vítimas

O autor da pesquisa, neste ano, tenta desfazer a ideia de que a maioria dos autores dos assassinatos de LGBT no Brasil eram os próprios parceiros, cujo a motivação era desentendimentos passionais como o relatório de 2016 denunciava, onde afirmava que dentre os criminosos identificados, “praticamente a metade mantinha contactos próximos com a vítima, seja como companheiro atual (27%) ex-amante (7%) e parentes da vítima (13%). Clientes, profissionais do sexo e desconhecidos em sexo casual foram responsáveis por 47,5% desses crimes de ódio. Ou seja, em 2016, 81,5% dos criminosos mantinham ou tiveram alguma relação sexual ou amorosa com as vítimas. No relatório de 2017, o GGB propositalmente não analisou mais essa informação

Não bastasse excluí essa informação no relatório de 2017, o autor ainda diz que, segundo a pesquisa, “37% das mortes ocorreram dentro da própria residência das vítimas e 56% em vias públicas”, e ao final da pesquisa, como uma das soluções para conter o crescente aumento de assassinato de LGBT no Brasil, recomenda que “os próprios gays, lésbicas e trans evitem situações de risco, não levando desconhecidos para casa e acertando previamente todos os detalhes da relação”, ou seja, os crimes envolvendo relações amorosas ou sexuais continuaram e são alarmantes, mesmo ele escondendo esse dado no relatório de 2017.

58 mortes foram suicídios

Para o GGB, homossexual que comete suicídio também deve constar nas estatísticas de crimes por motivação preconceituosa. Sendo assim, os 58 casos registrados pela imprensa em 2017 de homossexuais que cometeram suicídio devem constar como “assassinato de LGBT no Brasil”.

12 vítimas não eram homossexuais.

O relatório ainda contabiliza como assassinato de LGBT no Brasil os homossexuais que foram morar em em regiões marginais da cidade por se sentirem pressionados ou descriminados por parentes e acabaram sendo assassinados.

A maioria dos homicídios podem não ter tido motivação preconceituosa

Segundo o relatório, Chico Branco, o senhor de 75 anos de idade que foi assassinado na cidade de Assú/RN, também deve constar nas estatísticas de crimes motivados por homofobia, mesmo não havendo indícios que o menor de 17 anos que o assassinou tenha motivação homofóbica. Aliás, segundo a própria imprensa, a motivação foi a mera futilidade de uma discussão horas mais cedo.

Das 445 mortes registradas no relatório de 2017 do GGB:

  • 58 foram suicídios;
  • 12 eram heterossexuais;
  • Seguindo o aumento nos crimes, 90% dos assassinos eram parceiros, casuais ou estáveis, das vítimas;
  • Houve substancial aumento nos crimes durante os governos petistas que tanto o ativismo LGBT defende

Mesmo inflamando os números e o real problema acontecer entre os próprios homossexuais, afastando a ideia de que os heterossexuais – inclusive o cristãos de forma geral, como gostam de brandar para os 4 cantos, serem os autores dos crimes de homofobia, o autor insiste em afirmar que a solução para isso passar por “educação sexual e de gênero para aos jovens e à população em geral o respeito aos direitos humanos dos LGBT, aprovação de leis afirmativas que garantam a cidadania plena da população LGBT, equiparando a homofobia e transfobia ao crime de racismo”,  como se um homossexual tivesse menos direitos do que qualquer outro indivíduo só por ser homossexual.

Por fim, constata-se ao lê o relatório,  que se um homossexual for morto, logo é homofobia. Não importa se ele tem dívida com tráfico, se pratica ilícitos ou foi vítima da criminalidade do país. Morreu? Era gay? Então é homofobia, logo todo esforço é válido para se inserir nas escolas e para nossas crianças a famigerada e perversa ideologia de gênero

Apesar de que o assassinato de qualquer indivíduo deve ser tratado com imensa relevância, principalmente em um país com 60 mil homicídios anuais, e no caso desse relatório, chama-me a atenção o alto número de adolescente e até crianças envolvidas, não é com mentiras, distorções ou apelações que iremos resolver esse problema.

Basta de #FakeNews

Relatorio 2017

Relatório 2016